Muitas vezes, passamos por estações em que tudo a nossa volta parece ter o objetivo de nos fazer desistir das coisas. E, em relação à vida cristã, a luta é ainda mais intensa. Sabemos que o mundo conspira contra nós, e que o inimigo sempre criará situações para nos afastar Daquele de quem mais precisamos estar perto.
Mas precisamos perseverar, nos apegando aquilo que é bom (1 Ts. 5.21) –Seremos apresentados a todo tipo de lixo, que a sociedade hoje afirma ser um tesouro. Porém devemos nos lembrar da passagem acima: “Examinai tudo. Retende o bem”.
Assim, percebo três aspectos nos quais precisamos focar com relação à perseverança:
- Amar e servir a Deus;
- Congregar;
- Ser suporte.
A Palavra nos fala (Mc. 12:30) sobre amar a Deus com todo o nosso coração, toda a nossa alma, todo o nosso entendimento e todas as nossas forças. Amar é se relacionar, ter intimidade, ter prazer na companhia de alguém. Nosso coração precisa se manter ardendo de amor pelo Senhor, pois, se isso acontecer, teremos sempre plena disposição em ouvir a Sua voz e servi-Lo, obedecê-Lo. Logo, o amor gera o serviço. E esse é o primeiro aspecto em que precisamos ter perseverança em nossas vidas.
Mas, para mantermos essa chama de amor ardendo, precisamos estar sempre perto da fogueira do amor de Deus que, nesse caso, seria a congregação, a vida de igreja, a vida do corpo, de família. Precisamos investir nisso; em sermos família, em ajudar uns aos outros, ser suporte uns para os outros. Caso contrário, viveremos um evangelho de palavras, sem ação, que não coopera para o avançar do Reino. E com certeza não é isso o que queremos.
Somos jovens, mas queremos ser efetivos. Temos a necessidade de lutar por uma causa. Qual é a sua causa? A nossa causa deve ser a causa de Cristo (Fp. 3:7-8); vivemos para manifestar a glória de Deus e assim expandir o Seu Reino.
Quantas vezes temos nos deixado parar por nossos problemas pessoais e não nos permitimos ser usados pelo Senhor. Se estivermos juntos, a carga será mais leve e provavelmente alcançaremos a vitória mais rapidamente.
Meu incentivo é que nós paremos, observemos nossa vida, a maneira como temos andado diante de Deus, e que, como jovens que amam a Deus, decidamos perseverar nesse amor, no serviço e na comunhão.